Costumes e tradições Vejer

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Costumes

Vejer de la Frontera é uma povoação de tradições. Trata-se de uma povoação que conta com uma cultura milenária que felizmente ainda nos dias de hoje conserva alguns dos seus costumes e tradições que foram sendo transmitidas de geração em geração. Nos dias de hoje estes costumes e tradições contam com a mesma saúde que nos tempos antigos, conservando e gozando da categoria de conjunto histórico-artístico.

EL COBIJADO
O chamado traje típico de Cobijada despertou a curiosidade de várias artistas e escritores europeus desde o século passado ou seja, desde o romantismo, altura em que os livros de viagens ficaram na moda. Os românticos associaram imediatamente estes trajes com um raro vestígio do tempo dos Mouros que havia sido conservado em algumas povoações andaluzas tais como Vejer de la Frontera, Marchena e Tarifa.
A realidade parece mais simples, se observarmos o traje da mulher de Castilla nos séculos XVI e XVII as mesmas usavam trajes semelhantes designados por Vejeriegos ( um manto e uma saia ). Os documentos dos séculos XVI e XIX demonstram que este traje continuava a ser muito cobiçado. É possível que este traje tenha tido as suas origens em costumes muito antigos, relacionados com as indumentárias das mulheres do mundo árabe e do mundo mediterrânico de uma forma geral.
O traje de manto e saia foi muitas vezes proibido, primeiro pelos Austrias e mais tarde pelos Borbones, mas o mesmo continuou a ser usado nas povoações senhoriais, como é o caso de Vejer de la Frontera que estavam mais distantes da corte e dependentes de autoridades regionais que praticamente não se importavam ( ou faziam que não viam ) acerca dos trajes e costumes populares.
Nos finais do século XIX o uso do cobizado em Vejer de la Frontera era um caso singular e despertava a imaginação dos visitantes.
O cobizado foi definitivamente proibido pela república em 1936 pelo temor de que este traje servisse para mascarar delitos e que o delinquente pudesse escapar. Quando se tentou recuperar este costume durante os anos 40, já em Vejer de la Frontera apenas haviam poucas pessoas que tivessem o mesmo completo, pois muitas mulheres haviam convertido o mesmo em outras peças de roupa de casa.


Os moinhos de vento
Ignora-se muitas vezes quando se fantasia sobre a origem destes populares moinhos de vento as suas verdadeiras origens. A existência destes moinhos de vento é na verdade muito recente, devemos ter em conta com os mais antigos remontam à década de 30 do século XIX e efectivamente não é provável que estes moinhos particulares tenham surgido antes dessa altura, dado que a vila de Vejer de la Frontera pertencia ao duque de Medina Sidonia e uma das suas prerrogativas eram os moinhos de vento. Até ao século XIX os moinhos que existiam eram todos de água, de onde devemos destacar os que possuía o duque de Santa Lucía e outros menores concedidos pela casa ducal aos particulares por mercê singular de pagamento prévio do tributo.
Foi com o aparecimento do regime liberal e após a dissolução do poder dos duques e na altura da declaração de liberdade dos estabelecimentos industriais, quando se construíram os primeiros moinhos de vento em Vejer de la Frontera. E como curiosidade foi o duque o primeiro a edificar os dois primeiros moinhos de vento em Buenavista. Após uma longa tradição baseada na força da água, recorre-se agora á força da energia eólica. Até aqui vieram alguns técnicos que ensinaram uma técnica até então desconhecida em Vejer de la Frontera. Estes técnicos eram provenientes de Cartagena devido ao exito que os mesmos produziram nesse local. Em primeiro lugar os moinhos que foram construídos tinham um corpo mais robusto e baixo que os moinhos " Manchego " que não teve muito êxito após a sua implantação.

A Molineria
No século XIX a industria da farinha começou a aproveitar os ventos, aparecendo em Vejer de la Frontera os primeiros moinhos de vento. Apareceram então os moinhos de vento de modelo Manchego que não aguentava o vento da zina, por isso, os novos moinhos foram construídos com um modelo de tipo mediterrâneo, eram mais baixos e com paredes mais grossas. Mais em concreto, foi escolhido o modelo de Cartagena. Os moinhos de vento rapidamente converteram-se nos grandes impulsionadores da industria da farinha e os moinheiros tornaram-se grandes conhecedores dos ventos locais. Actualmente os molinheiros acabaram por se extinguir, no entanto ainda existem outros artesãos que conhecem a influência dos ventos, como é o caso dos " carpinteiros de la Ribera " que criam barcos que enfrentam as forças do vento e do mar.

A Almadraba
Trata-se de uma complicada e milenária forma de se pescar o atum, que em Barbate se realiza duas vezes por ano nesta zona, aproveitando a sua localização geográfica para capturarem os atuns quando os mesmos se dirigem para o mar Mediterrâneo para a desova a partir de Abril e quando regressam ao Atlântico em finais de Agosto. Trata-se de um espectáculo único que se pode observar sobre as águas, principalmente quando os barcos com as suas redes de pesca trazem os atuns nas suas redes e os puxam para bordo. Esta técnica requer pessoal especializado, visto que a zona conta com fortes correntes. Os exemplares maiores pescados podem alcançar os 700 kg de peso e cerca de 3 metros de comprimento.

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